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Fariseus

Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.
O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.
Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.

Lucas 18:10-14

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.”

Mateus 7:1-2

Pensamento: Poucas frases de Jesus têm sido tão mal aplicadas como essa. O mundo torce este ensino do Mestre para dizer “não se meta na vida dos outros”. Esta idéia parte do relativismo moderno, segundo o qual não há nenhuma verdade absoluta e cada pessoa deve decidir por si só o que é certo e errado. No entanto, Jesus ensinou a seus discípulos que é necessário corrigir irmãos em pecado (Mt 18:15-17). Paulo se admirou que os Cristãos em Corinto tolerassem um membro vivendo abertamente em pecado (1 Cor 5:1-2). Estas e diversas outras passagens confirmam que é necessário julgar no sentido de estar atento para pecado ou erro em nossas vidas e nas vidas dos outros, e agir para que haja arrependimento quando for necessário. O problema principal não é o ato de julgar em si, mas, um espírito crítico, que anda com uma lupa atrás de falhas nos outros, e, quando as vê, condena severamente. Vemos isso no uso da palavra “medida” (do grego “metron”) na segunda frase. Não é o ato de julgar em si, mas, a medida que é usada. Ao vermos um erro ou pecado, se julgamos com misericórdia, confiando que a pessoa quer se arrepender, e nos oferecendo para ajudar, teremos uma reação. Se criticamos com ironia e condenamos com severidade, teremos outra reação. Como é que você quer que Jesus olhe para seus erros?

Oração: Pai misericordioso, dou graças ao Senhor por Jesus ser tão paciente e benigno. Louvo seu plano maravilhoso que enviou seu Filho aqui para viver entre nós. Ele sabe como somos tentados e tudo que nós passamos. Peço a ajuda do Senhor para que meu julgamento seja o de Jesus. Que eu possa olhar para outros com a mesma medida de graça que me foi dada por Jesus. Em nome dEle eu oro e agradeço. Amém. || Veja a imagem em http://www.iluminalma.com/img/il_mateus7_1-2.html


Dennis Downing é o autor do devocional diário “Jesus disse…”,
Copyright © 2006-2008, Dennis Downing. Todos os direitos reservados. As citações bíblicas são da Nova Versão Internacional (Nda Sociedade Bíblica Internacional (www.sbibrasil.org.br), salvo indicação em coário.

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O fermento dos fariseus – parte 2

REVISTA PALAVRA VIVA – O MUNDO, A CARNE E O DIABO
Apoio didático – Lição 3

OS FARISEUS

O mais conhecido dos grupos religiosos da época de Jesus era o dos fariseus. Embora fosse um grupo relativamente pequeno (provavelmente uns seis mil), tinham muitíssima influência. Seu ponto de vista em muitas questões podia ser considerado típico de uma maioria de judeus naquela época. O nome “fariseu” se origina provavelmente de uma palavra em aramaico que quer dizer “separado”; de onde se conclui que os fariseus eram “os separados”. Eles passaram a existir em algum momento antes da era do Novo Testamento. De acordo com Josefo, ficaram famosos durante os reinados de João Hircano I (135/134–104 a.C.) e Alexandra (76–67 a.C.).

Na época de Jesus, havia duas escolas de pensamento farisaico diferentes – os seguidores de HILLEL e os seguidores de ShAMAI. Hillel tinha revolucionado o pensamento rabínico com um novo método de exegese que permitia uma interpretação mais liberal da lei. GAMALIEL I (filho de Hillel e professor do apóstolo Paulo; At 22.3) foi o líder dos fariseus de 25 a 40 d.C. Depois da destruição de Jerusalém, em 70 d.C., Johanan bem Zakkai se encarregou de reformular o farisaísmo em JAMNIA em 90 d.C.; estabeleceu-se base para a corrente principal do Judaísmo que chega até os nossos dias.

Teologicamente, os fariseus desenvolveram um conjunto de ideias baseado no Antigo Testamento e em suas próprias tradições orais, ambos considerados por eles igualmente oficiais. Eles “passavam às pessoas muitas observações por tradição que não estavam escritas na lei de Moisés”, diz Josefo (Ant. 13.10.6). Acreditavam em Deus (quase que de uma forma deística), em anjos e espíritos, na providência, na oração, na necessidade da fé e das boas obras, no julgamento final, em um Messias que viria e na imortalidade da alma. Muitas das coisas em que os fariseus acreditavam também eram crenças dos cristãos primitivos; Jesus disse a respeito deles: “fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt 23.3). Paulo pôde dizer no Sinédrio: “Meus irmãos, eu sou um fariseu, filho de um fariseu. Estou sob julgamento por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos” (At 23.6). Embora não negassem inteiramente a graça de Deus, os fariseus eram extremamente legalistas, tanto que Jesus os acusou de negligenciar os mandamentos de Deus por se apegarem às tradições dos homens (Mc 7.8). Essas tradições foram reunidas no começo do século 3 d.C., pelo RABINO JUDÁ, O PATRIARCA em um livro chamado o Mishnah, que, por sua vez, fazia parte do Talmude.

 Os fariseus eram hostis a Jesus porque sentiam que ele era muito liberal com relação às suas leis, aceitava demais os pecadores e era aberto ao contato com gentios. Acreditavam também que Jesus blasfemava quando se referia a si mesmo e à sua relação com Deus. De sua parte, Jesus se opunha a eles por causa de seu legalismo, de sua hipocrisia e de sua falta de vontade de aceitar o reino de Deus representado nele mesmo.

Descobrindo o Novo Testamento, Walter A. Elwell & Robert W. Yarbrough, Editora Cultura Cristã

Fonte:  REVISTA PALAVRA VIVA – O MUNDO, A CARNE E O DIABO

O fermento dos fariseus – Parte 1

fermento‘Por toda parte se ouve que há imoralidade entre vocês, imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de alguém de vocês possuir a mulher de seu pai. E vocês estão orgulhosos! Não deviam, porém, estar cheios de tristeza e expulsar da comunhão aquele que fez isso? Apesar de eu não estar presente fisicamente, estou com vocês em espírito. E já condenei aquele que fez isso, como se estivesse presente. Quando vocês estiverem reunidos em nome de nosso Senhor Jesus, estando eu com vocês em espírito, estando presente também o poder de nosso Senhor Jesus Cristo, entreguem esse homem a Satanás, para que o corpo seja destruído, e seu espírito seja salvo no dia do Senhor. O orgulho de vocês não é bom. Vocês não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada? Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da perversidade, mas com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade. Já lhes disse por carta que vocês não devem associar-se com pessoas imorais. Com isso não me refiro aos imorais deste mundo, nem aos avarentos, aos ladrões ou aos idólatras. Se assim fosse, vocês precisariam sair deste mundo. Mas agora estou lhes escrevendo que não devem associar-se com qualquer que, dizendo-se irmão, seja imoral, avarento, idólatra, caluniador, alcoólatra ou ladrão. Com tais pessoas vocês nem devem comer. Pois, como haveria eu de julgar os de fora da igreja? Não devem vocês julgar os que estão dentro? Deus julgará os de fora. “Expulsem esse perverso do meio de vocês”‘. 1 Coríntios 5:1-13

“Acautelai-vos”. Este é um aviso alarmante. O simples aviso “cuidado com o cão” é suficiente para nos deixar em alerta, procurando por ele ou para nos fazer recuar. Um aviso de perigo nos faz interromper nossa trajetória porque menciona um perigo que pode nos causar danos ou mesmo nos tirar a vida. “Acautelai-vos” foi a palavra que Jesus usou para despertar nos discípulos [e em nós seus servos] a vigilância contra um perigo mortal. Ele nos ordenou que tivéssemos o máximo de cuidado com o fermento dos fariseus. Mas você sabe o que é isto? Sabe como evitá-lo? Nesta semana vamos discutir sobre isto e convidamos você a participar conosco, acompanhando nossos posts.

Oração de hoje: “Pai amado obrigado por nos avisar sobre os perigos que nos rodeiam. Pedimos que nos livre deles, do maligno e de seus anjos, pois o mundo, a carne e o diabo, nos atacam com frequência e são nossos maiores inimigos. Ensina-nos a glorificar o Seu Nome com nossas ações e ao resistir à este mundo, à carne e ao Diabo. Porque temos certeza que não só a salvação que nos destes está diante de Ti; como todos estes inimigos que já estão destruídos em Teu Nome.  Em nome de Jesus oramos e agradecemos”. Amém.

                                                                                                “Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.”
1 Pedro 5:8

Billy Graham – Importa-vos nascer de novo – Parte 1 (english – português)

Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
João 3:3

O objetivo da vida cristã – parte 2

O-Perfil-de-um-Fariseu Leitura de hoje:  “Não há quem busque”

      ‘Que concluiremos então? Estamos em posição de vantagem? Não! Já demonstramos que tanto judeus quanto gentios estão debaixo do pecado.  Como está escrito: “Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer”. “Suas gargantas são um túmulo aberto; com suas línguas enganam”. “Veneno de serpentes está em seus lábios”. “Suas bocas estão cheias de maldição e amargura”. “Seus pés são ágeis para derramar sangue; ruína e desgraça marcam os seus caminhos, e não conhecem o caminho da paz”. “Aos seus olhos é inútil temer a Deus”‘. Romanos 3:9-18

A luta continuaO Objetivo da vida Cristã é buscar o reino de Deus e sua justiça!

Práticas religiosas, como frequentar regularmente a igreja e abster-se do vícios, fazem parte da vida cristã, mas a vida cristã não pode se resumir a isto. Quando ela se resume a um conjunto de práticas religiosas, caímos no erro dos fariseus, que viam a religião como o cumprimento de uma longa lista de deveres, os quais eram totalmente destituídos de justiça, misericórdia e fé; segundo o próprio Jesus (Mt 23:23).

Oração de hoje:  “Senhor,  maravilhosos és Tu, dá a conhecer aos pequeninos e rejeita os soberbos; obrigado por que tens nos atraído para Ti e nos dado instrução. Agradecemos pela disciplina que nos aplica, pois todo pai que ama seus filhos, corrige-os. Confessamos ao Senhor nossa falta de capacidade em buscar a sua presença como deveríamos. Pedimos também por aqueles que estão cegos e surdos aos seus chamados, tenha sua grande misericórdia sobre todos nós.  Suplicamos que trate-nos como crianças em nossas rebeldias e nos conduza aos seus caminhos e destrua Senhor, as obras do mal e seus autores. Em nome de Jesus oramos”. Amém.

 

Os 10 marcos que definem se você é um verdadeiro Cristão

regeneracao e santificação

A luta continua “Eu vos dei leite a beber, e não alimento sólido que ainda não podíeis suportar. Nem ainda  agora o podeis, porque ainda sois carnais”. 1 Coríntios 3:2

Este versículo da primeira carta de Paulo aos Coríntios, tem muito a nos dizer, a mim e a você!

Ele nos diz que há níveis e estágios diferentes de fé. E cada um tem uma história, um monte de roupa suja que precisa ser lavada para que sintamos limpos. Não que isto dependa de nós, ao contrário, pois, tudo depende de Deus que através de Jesus Cristo, nos deu gratuitamente a vida e inclusive a fé (Efésios 2:8-10).

O nosso nascer de novo em Cristo, ocorre unicamente por obra do Espírito Santo de Deus (João 3:5). E é instantâneo segundo a vontade e soberania de Deus Pai, Todo Poderoso e Criador de todas as coisas. Que por sua única e exclusiva misericórdia, escolheu os seus, desde antes da fundação do mundo  (Efésios 1:4). Mas, a conversão leva mais tempo. Para alguns, mais, para outros menos tempo, conforme cada necessidade e a vontade de Deus. E isto também é perfeito, como Deus é perfeito e Santo (2 Samuel 22:31).

Em famílias onde ocorrem conversões juntas, por exemplo o marido e a mulher, o que é uma benção, podem surgir vários problemas, que apesar de doloridos, estarão sob a guarda e condução do Altíssimo; que já os tomou para si. E quando Jesus Cristo os toma para Si, o maligno não os toca nunca mais.  João, em nome de Jesus Cristo, nos garantiu isto: Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.1 João 5:18.     

Este mais tempo ou menos tempo necessário, ocorre por várias razões. Uma delas é que a promessa de Cristo, de que enviaria o Consolador e Ele nos convenceria do pecado (João 16:7-11), se concretiza em nossa vida. Pois, quando nascemos de novo, o Espírito Santo já está em nós. E Ele faz a obra completa de nos restaurar à imagem de Deus, como no princípio fomos criados, para a glória de Deus. Repito, para a glória de Deus e não para nossa própria glória. Mas ao seu tempo e na maravilhosa misericórdia de Deus, que se renova a cada manhã (Lamentações 3:22-23), Ele nos traz a tona, tira lá do fundo do coração, das áreas onde somente o Espírito Santo alcança e de onde brota toda nossa concupiscência e nossas iniquidades, que nos separavam de Deus (Isaías 59:2); nos faz refletir sobre elas, nos arrepender e confessá-las a Jesus Cristo. Que é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça (1 João 1:9-10). Isto ocorre de forma diferente em cada um de nós, até mesmo em casais já juntos há décadas. Gerando estágios de fé e dedicação à igreja, à comunidade, à participações mais ou menos intensas de um ou outro. O que gera conflitos. Pois, quando nossa sujeira vem à tona e tenha certeza ela virá (Efésios 5:13), nosso nível de desconforto, de sensação de sujeira é grande! A impressão que temos naqueles primeiros momentos é que todo mundo sempre viu nossa sujeira e somente nós não!  E a pessoa ou as pessoas mais próximas, são as que mais conviveram conosco, as que mais sabem destas nossas sujeiras e iremos tentar justificar e sair da ‘Luz’, para que as pessoas não vejam o quanto sujos éramos. Por isto, também é difícil de evangelizar os  ‘de casa’, que sempre souberam de nossas sujeiras e agora do nada; para eles, pois o Espírito Santo age em nós e de forma tremenda e rapidamente, mas para os nossos familiares, irá levar tempos para que acreditem que não é algo passageiro, como tantas outras coisas o foram.

Mas, tudo passa, e a medida que recebemos nossa porção diária da palavra (estudando a Bíblia todos os dias), temos a certeza que toda esta sujeira, já ficou para trás, não nos pertencia, pois nascemos de novo e o “velho homem” morreu. Já não existe mais para Deus (Isaías 43:25). Pois, para isto é que Jesus Cristo, saiu da sua glória junto ao Pai, se humilhou como criatura, sujeitou-se como homem, conheceu todas nossas dores e não cometeu nenhum pecado. Como não pecou, não estava sujeito à morte que é o salário do pecado  (Gênesis 2:17 e Romanos 6:23). Mas, nos deu à sua vida gratuitamente como oferta ao Pai, para que Ele nos perdoasse de todas nossas iniquidades. Por isto Ele morreu naquela cruz, que não era para Ele e sim para mim e para você (“pode medir aquela cruz, ela é do nosso tamanho certinho”). Ele sofreu muito desde a noite anterior no Jardim do Getsêmani. Lá, Jesus até suou sangue (Lucas 22:44) de agonia pelo que iria passar por mim e por você. Ele sofreu com todas as chicotadas e açoites e não foram leves ou simples. Foi tremendamente humilhado, teve que reter todo seu poder perante àqueles que não sabiam o que estavam fazendo. E na cruz foi feito maldito por nós (Gálatas 3:13) e sofreu toda a justa ira do Pai contra nós. E Deus aceitou Seu sacrifício por nós, o ressuscitou ao terceiro dia e O fez  Rei dos reis. E Ele voltará para julgar o mundo e nos levar para casa (Atos 1:11-12 e Hebreus 9:28).

 Mas voltemos ao título desta discussão. Acredito que nem precisa, já deu para você ver que esta história de dez marcos para ver se você é um Cristão de Verdade, as quatro maneiras de saber se tem o Espírito Santo, as nove fases para saber se tem algum dom do Espírito Santo, as maneiras de saber se você está salvo mesmo, se você nasceu de novo ou não; e mais um monte de fábula, não passa de novela. Nosso irmão Paulo em sua carta aos Gálatas já os prevenia sobre isto, vale a pena lê-la novamente. E oremos para que não seja mais uma das armadilhas do maligno, para fazer com que novos crentes se achem imperfeitos demais para continuar sua caminhada até sua completa purificação em Jesus Cristo; porque santo já o é (Atos dos Apóstolos 13:39), aquele que aceita Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador e, isto basta. E temos mais o que fazer não é verdade? Por exemplo, orar por estes religiosos que ficam dentro de um templo, deduzindo, combinando versículos bíblicos, ditando e escrevendo, regras e atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los, como Jesus nos alertou em Mateus 23:4

Continue sua caminhada na fé e em Cristo Jesus. Se cair, saiba que Cristo irá levantá-lo tantas vezes quanto necessário. E se ainda assim, seu coração lhe acusar, se tranquilize e veja o que nosso irmão João nos ensina sobre isto: “Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. E nisto conhecemos que somos da verdade, e diante dele asseguraremos nossos corações; Sabendo que, se o nosso coração nos [acusar] condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas” 1 João 3:18-20

Fique na paz de Cristo e firme na sua caminhada, proclamando o nome de nosso Rei Jesus Cristo. A vitória é certa e logo receberemos nossa coroa, que não merecemos, mas Jesus nos deu naquela Cruz por amor à você e a mim. E Ele é fiel para guardá-la até o preciso momento que Ele escolheu para cada um de nós!

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