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hipocrisia

o que é hipocrisia?

Certa noite um padre ia à igreja quando um ladrão lhe apontou uma arma e exigiu seu dinheiro ou sua vida. Quando ele pôs a mão no bolso para pegar a carteira, o ladrão viu seu crucifixo e disse: “Vejo que o senhor é padre. Não se preocupe, pode ir.” O sacerdote, surpreso por aquele inesperado ato de piedade por parte do ladrão, ofereceu-lhe um bombom. O ladrão disse: “Não, obrigado. Não como doces durante a Quaresma.”

Ofermento homem dispensou o doce como um pretenso sacrifício pela Quaresma, mas o fato de roubar demonstrou o seu verdadeiro caráter: hipócrita

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O fermento dos fariseus – parte 2

REVISTA PALAVRA VIVA – O MUNDO, A CARNE E O DIABO
Apoio didático – Lição 3

OS FARISEUS

O mais conhecido dos grupos religiosos da época de Jesus era o dos fariseus. Embora fosse um grupo relativamente pequeno (provavelmente uns seis mil), tinham muitíssima influência. Seu ponto de vista em muitas questões podia ser considerado típico de uma maioria de judeus naquela época. O nome “fariseu” se origina provavelmente de uma palavra em aramaico que quer dizer “separado”; de onde se conclui que os fariseus eram “os separados”. Eles passaram a existir em algum momento antes da era do Novo Testamento. De acordo com Josefo, ficaram famosos durante os reinados de João Hircano I (135/134–104 a.C.) e Alexandra (76–67 a.C.).

Na época de Jesus, havia duas escolas de pensamento farisaico diferentes – os seguidores de HILLEL e os seguidores de ShAMAI. Hillel tinha revolucionado o pensamento rabínico com um novo método de exegese que permitia uma interpretação mais liberal da lei. GAMALIEL I (filho de Hillel e professor do apóstolo Paulo; At 22.3) foi o líder dos fariseus de 25 a 40 d.C. Depois da destruição de Jerusalém, em 70 d.C., Johanan bem Zakkai se encarregou de reformular o farisaísmo em JAMNIA em 90 d.C.; estabeleceu-se base para a corrente principal do Judaísmo que chega até os nossos dias.

Teologicamente, os fariseus desenvolveram um conjunto de ideias baseado no Antigo Testamento e em suas próprias tradições orais, ambos considerados por eles igualmente oficiais. Eles “passavam às pessoas muitas observações por tradição que não estavam escritas na lei de Moisés”, diz Josefo (Ant. 13.10.6). Acreditavam em Deus (quase que de uma forma deística), em anjos e espíritos, na providência, na oração, na necessidade da fé e das boas obras, no julgamento final, em um Messias que viria e na imortalidade da alma. Muitas das coisas em que os fariseus acreditavam também eram crenças dos cristãos primitivos; Jesus disse a respeito deles: “fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt 23.3). Paulo pôde dizer no Sinédrio: “Meus irmãos, eu sou um fariseu, filho de um fariseu. Estou sob julgamento por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos” (At 23.6). Embora não negassem inteiramente a graça de Deus, os fariseus eram extremamente legalistas, tanto que Jesus os acusou de negligenciar os mandamentos de Deus por se apegarem às tradições dos homens (Mc 7.8). Essas tradições foram reunidas no começo do século 3 d.C., pelo RABINO JUDÁ, O PATRIARCA em um livro chamado o Mishnah, que, por sua vez, fazia parte do Talmude.

 Os fariseus eram hostis a Jesus porque sentiam que ele era muito liberal com relação às suas leis, aceitava demais os pecadores e era aberto ao contato com gentios. Acreditavam também que Jesus blasfemava quando se referia a si mesmo e à sua relação com Deus. De sua parte, Jesus se opunha a eles por causa de seu legalismo, de sua hipocrisia e de sua falta de vontade de aceitar o reino de Deus representado nele mesmo.

Descobrindo o Novo Testamento, Walter A. Elwell & Robert W. Yarbrough, Editora Cultura Cristã

Fonte:  REVISTA PALAVRA VIVA – O MUNDO, A CARNE E O DIABO

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